Tuesday, 2 November 2010
Sunday, 27 September 2009
Rumo ao Leste

Tuesday, 24 February 2009
O que fica
Museu para a Coleccão Sandvigske, Lillehammer,1949-1956
Concurso para o Crematório de Larvik, 1950
Estudo para habitacão colectiva, Oslo, 1951
Lar de Idosos em Økern, Oslo, 1955, com Geir Grung
Concurso para uma Igreja em Harstad, 1953
Concurso para a Norges Varemesse (Centro de feiras e exposicões), Oslo, 1956
Pavilhão da Noruega para a Expo em Bruxelas, 1956-1958
Concurso para a Igreja Kong Haakons, Copenhaga, 1956-1958
Concurso para Museu em Leopoldville, Congo, 1958
Pavilhão da Noruega para a Bienal de Veneza, 1958-1962
Villa Schreiner, Oslo, 1959-1963
Fotoforretning, Prinsens gate, Oslo, 1960
Villa Underland, Ski , 1960-1962
Concurso para o Auditorium Maximum na Norges Landbrukshøgskole, Ås, 1961
Concurso para o Restaurante no topo da Spiral, Drammen, 1961
Villa A. Bødtker, Oslo,1961-1965
Villa Wessel, Oslo, 1962-1965
Habitacão colectiva em Bøler, Oslo, 1962-1972
Concurso para o Karl Johan-kvartalet, Oslo, 1963
Concurso par o Museu de Arte em Høvikodden, 1963
Villas Nórdicas, Norrköping, 1963-1964
Concurso para Casa-tipo Eternit, 1963-1964
Villa Skagestad 1963-1964
Concurso para uma Igreja em Honningsvåg, Nordkapp, 1965
Concurso para Urbanizacão em Skedsmo, 1965
Concurso para a Sala de Concertos Grieg, Bergen, 1965
Concurso para o Museu Nacional da Floresta / Norges Skogbruksmuseurn, Elverum, 1965-1966
Villa C. Bødtker I e II, Oslo, 1965-1967, 1982-1985
Villa Sparre, Skedsmo, 1965-1967
Concurso para a Igreja em Rossabø, 1966
Concurso para um Hotel e Centro de Conferências em Riyadh, Arábia Saudita, 1966
Concurso para Urbanizacão em Tønsberg, 1967
Novo Cinema Colosseum, Oslo, 1963
Museu Hedmark para a Catedral de Hamar, 1968-68
Villa Johnsrud, Bærum, 1968-1970
Projecto para a Moradia Wiggen, Estocolmo, Suécia,1968-1972
Concurso para o Pavilhão da Noruega para a Expo de Osaka, Japão, 1970
Escola em Skådalen, Oslo, 1970-1977
Concurso para Urbanizacão em Tullinløkka, Oslo, 1972
Exposicão Medieval em Høvikodden, 1972
Villa Holme, Holmsbu, 1972-1975 e 1995-1996
Concurso para uma Biblioteca em Trondheim, 1977
Concurso para o Centro de Congressos Lægeforeningens, Oslo, 1978
Estudo para Bloco habitacional em Svartskogodden, 1978
Concurso para o Novo Centro Cultural em Stavanger, 1979
Estudo para Museu Mineiro, Røros, 1979
Concurso para o Museu de Wasaskipet, Estocolmo, Suécia, 1982
Concurso para a Ópera Bastille, Paris, 1983
Exposicão de soldados chineses, Høvikodden, 1984-1985
Casa de tijolo / Teglsteinhuset, Bærum, 1986-1987
Escola de surdos Skådalen em Holmenkollåsen, 1971-1977
Villa Kise, Skien, 1990
Villa Busk, Bamble, 1987-1990
Estudo para a Galeria de Arte Verdens Ende, Tjøme, 1988
Concurso para o novo Palazzo del Cinema em Lido,Veneza, Itália, 1989-1990
Museu Noruguês dos Glaciares, Fjærland, 1993-1991
Concurso para o Centro Recreativo de Mauritzberg Slot, Norrköping, 1991
Concurso para o Centro de informacão, Parque Nacional de Borre, 1993
Concurso para o Museu do Graffiti / Centro Cultural, Borge, 1993
Centro Aukrust em Alvdal, 1996
Concurso para o Museu da Água, Suldal, 1994-1995
Estudo para Centro de informacão cultural e histórica, Ulefoss, 1995
Concurso para a expansão do Teatro Real , Copenhaga, Dinamarca, 1996
Quinta Ivar Aasen, Ørsta, 2000
Museu Norueguês de Fotografia, Horten, 1997-2001
Gyldendals forlags, Oslo, 2007
Museu de Arquitectura, Oslo, 2008
Thursday, 30 October 2008
Mariza - coração e dor
Saturday, 25 October 2008
Museu Whitney de Arte americana
Sunday, 12 October 2008
Centro de Arte Henie-Onstad , Bærum
Monday, 6 October 2008
Hearst Tower
Obviamente, todas as questões ambientais são há muito uma preocupação dos profissionais da área, mas em muitos casos tem acontecido que, na perspectiva da auto-suficiência energética e todos os temas afins, dir-se-ia que os conceitos arquitectónicos são basicamente esquecidos e transforma-se o edifício numa máquina de poupar energia esquecendo-se que arquitectura é também espaço, e mais ainda, espaço qualificado (para além do sentido físico que a própria questão envolve).
Pois esta torre, apresenta claramente uma imagem forte que (acredito) envolva um conjunto de espaços, diferenciados, apelativos, com características de luz variáveis, tranformando espaços de escritórios / lugares de trabalho em algo motivador / inspirador. Obviamente que estamos também a falar de imagem / media, tão ao estilo do Sir, mas porque não, desde que isso contribua para criar a fun-cidade (qual fun-palace).
Além do mais, dizem eles. a estrutura triangular, poupa na quantidade de aço estrutural empregue. Ganhamos todos!
Thursday, 2 October 2008
MAD ( Museum of Arts and Design)
A proposta, agora construída, da autoria do arquitecto Brad Cloepfil (Allied Works Architecture), continua a receber as mais fortes críticas de arquitectos, críticos e imprensa, sobretudo relativas à destruição do edifício original, considerado património da cidade. Para além disso, críticas têm sido feitas relativamente ao próprio design, materiais, detalhes, todos os aspectos têm servido para continuar a alimentar esta polémica (justificada?).
Sunday, 28 September 2008
American Folk Art Museum (AFAM)
O novo edício onde está instalada a colecção, inaugurado em 2001 pela mão do atelier Tod Williams & Billie Tsein, contribuiu para uma maior visibilidade da própria colecção, que, como acontece frequentemente, utiliza a arquitectura de destaque (capa) para valorizar a própria colecção (conteúdo), não necessariamente mau, dependendo do modo como tais situações são manipuladas.
No entanto, e apesar de estarem paredes-meias, a sede deste museu consegue ostentar uma fachada, pelo menos, mais apelativa que o seu vizinho Museu dos artistas consagrados (MoMA). Não que algo se possa reduzir à fachada (um projecto não são apenas fachadas), mas numa leitura talvez simplista, de análise directa de ambas as fachadas, e apesar de conceitos distintos, este AFAM desperta a curiosidade e alerta os sentidos. O dramatismo dos 3 planos que compõem a fachada, a cor cobre escolhida como material de revestimento, os reduzidos rasgos de aberturas que condicionam e direccionam a entrada de luz no edifício contrastam com a fachada do seu vizinho, mais apaziguadora, mais "limpa", menos dramática, uma fachada plana com 3 rasgos horizontais.
Curiosamente, o Museu dos não-consagrados, com a sua fachada de arquitectos não-consagrados (apesar do edifício ter ganho vários prémios de arquitectura, este casal de arquitectos permanece relativamente anónimo) desperta secretamente mais interesse que o vizinho Museu dos consagrados, com o seu arquitecto consagrado. Paradoxo? Ou sinal de uma sociedade que apenas vê Stars?
Saturday, 27 September 2008
MoMA
O edifício original, projectado por Philip Goodwin e Edward Durel Stone, foi aberto ao público em 1939, sofrendo o edifício grandes obras de renovação (2002-2004) pela mão do arquitecto nipónico Yoshio Taniguchi, envolvido, como seria de esperar, em numerosas críticas e protestos.
No edifício é de salientar a organização em torno de dois espaços centrais: 1- o grande vazio interior que desempenha um papel fulcral na comunicação visual entre os diversos pisos, funcionando com ponto de refência num museu destas dimensões, evitando a sensação de desnorteo; 2- o magnífico Jardim das esculturas, pequeno Éden no centro de Nova Iorque, presença constante durante a circulação no interior do Museu, proporcionando ao mesmo tempo a entrada de uma luz natural e suave no interior das galerias.
De entre a gigantesca colecção destacaria a secção de arquitectura, com numerosos desenhos, maquetas, fotos, etc. dos mais consagrados arquitectos dos ultimos 100 anos.
Sunday, 21 September 2008
Andy Warhol by Andy Warhol
Saturday, 20 September 2008
Guggenheim
Monday, 15 September 2008
Mies e o Seagram
Finalizado em 1958, o edifício Seagram, da autoria da dupla Mies van der Rohe (1885-1969) e Philip Johnson, constitui um marco da história da arquitectura pela inovação da utilização dos seus elementos metálicos estruturais sem (supostamente) qualquer tipo de revestimento. De acordo com Mies, e com os princípios de um chamado "Estilo Internacional", o edifício deveria reflectir a sua própria estrutura, de um modo "verdadeiro" e "assumido". No entanto, devido aos regulamentos americanos contra-incêndios, um edifício não poderia ter à vista colunas de aço (por perigo de colapso em caso de exposição a altas temperaturas), assim sendo o arquitecto viu-se obrigado a revestir as colunas com perfis em I de cor bronze, que constitui aliás a imagem do edifício.
Friday, 12 September 2008
ONU
Tuesday, 9 September 2008
New York, New York, Rentrée
Saturday, 28 June 2008
Maison La Roche
O caso de Le corbusier é paradigmático da complexidade da Arquitectura, do projecto e de tudo o que a ele está associado. Que me seja permitida esta visão bipartida da poética, mas efectivamente a leitura pessoal que faço deste conceito leva-me a distinguir uma "poética do racional" e uma "poética do sensível" (os nomes são meramente provisórios e pretedem apenas constatar duas aproximações distintas ao projecto).
No exemplo da Maison La Roche, são óbivios alguns dos traços do pensamento racionalista de Le Corbusier, sobretudo quando observado do exterior: a geometria das caixilharias, a simplicidade dos volumes, etc. Quando no interior, as geometrias rigorosas, que também existem, proporcionam espaços de contemplação, de fruição, não se tratando já de um jogo de volumes, puro e simples, mas existe efectivamente uma ideia de espacialidade, de diferentes experiências de especialidade. Sendo óbvio que todo o processo de fazer Arquitectura passa por um processo de racionalização de conceitos e sentidos, é também verdade que em algumas obras, mesmo depois de todo um longo precurso, permanecem estas ideias de sensibilidade das formas e dos espaços.

